Como a Síndrome dos Ovários Policísticos afeta a fertilidade feminina?


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A SOP – Síndrome dos Ovários Policísticos é caracterizada por uma série de alterações hormonais que ocorrem no organismo feminino, proporcionando a formação de diversos pequenos folículos nos ovários, gerando modificações no ciclo menstrual e até mesmo levando a mulher acometida pelo problema a ter que buscar tratamentos de reprodução humana para conseguir engravidar.

Como identificar a Síndrome dos Ovários Policísticos – SOP?

Mulheres que apresentam ciclos menstruais irregulares ou, até mesmo, a ausência de menstruação, notam um aumento na quantidade de pelos pelo corpo ou crescimento acelerado deles, surgimento de acne e ganho de peso são, constantemente, diagnosticadas com a Síndrome dos Ovários Policísticos.

Atualmente, de acordo com pesquisas recentes, cerca de 6% das mulheres em idade reprodutiva, na faixa dos 20 aos 40 anos de idade, sofrem com a SOP. Dentre todas as consequências e sintomas que a síndrome proporciona, o que mais frequentemente preocupa as pacientes acometidas pelo problema é a infertilidade.

SOP

Qual a relação entre a SOP e a infertilidade feminina?

De acordo com especialistas em reprodução humana assistida, devido às mudanças hormonais pelas quais o organismo da mulher passa quando sofre de SOP, ela passa a ovular cada vez menos e, inclusive, de maneira alterada, fazendo com que ela apresente dificuldades para engravidar.

Os distúrbios hormonais causados pela síndrome também podem levar a outros problemas que têm influência direta na capacidade reprodutiva da mulher, tais como:

  • Alterações nos níveis de colesterol;
  • Aumento da pressão arterial;
  • Obesidade;
  • Desenvolvimento da diabetes tipo 2 ou diabetes gestacional quando a paciente consegue engravidar, uma séria complicação gestacional;
  • Oscilações nas taxas de triglicerídeos, entre outras complicações clínicas.

Existe tratamento para a Síndrome dos Ovários Policísticos?

A conduta ideal para tratar a SOP dependerá de diversas avaliações do especialista que acompanha o caso. São diversos critérios que precisam ser levados em consideração para definir o tratamento ideal para o caso. Algumas deles são:

  • Histórico familiar;
  • Resultados de exames clínicos e laboratoriais, e
  • Antecedentes pessoais.

A partir dessas análises o especialista poderá indicar um tratamento eficiente, que poderá ser realizado por meio de anticoncepcionais orais, remédios antidiabetogênicos orais, cirurgia e até mesmo alterações nos hábitos de vida.

Quando identificado que a Síndrome dos Ovários Policísticos é a causa da infertilidade feminina, os especialistas em reprodução assistida costumam indicar um tratamento de reprodução humana associado à indução da ovulação, para aumentar o número de óvulos liberados e, consequentemente, aumentar as chances de sucesso da gravidez. Dentre os tratamentos indicados, estão o coito programado e a inseminação artificial.

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