Tratamentos para engravidar em casos de baixa reserva ovariana


compartilhe esse post.

A reserva ovariana é a quantidade de óvulos que a mulher possui quando passa a planejar uma gravidez ou inicia um tratamento de reprodução humana assistida. Diferente da produção constante de gametas masculinos (espermatozoides), a mulher já nasce com uma contagem de óvulos que, ao longo de sua vida, vai diminuindo.

Podemos afirmar que a reserva ovariana já é definida no nascimento da mulher e, por não haver células nos ovários que são capazes de regenerar os óvulos, todas as mulheres irão apresentar uma fase em seu ciclo reprodutivo em que a quantidade de óvulos encontrada nos ovários é menor do que a ideal para conceber uma gestação e, futuramente, entrarão na menopausa.

A menopausa surge na faixa dos 50 anos de idade e é o indício de que não existem mais óvulos nos ovários que sejam capazes de gerar embriões saudáveis, ou seja, embriões que não sejam aneuploides (Saiba como são formados os embriões aneuploides aqui). A baixa reserva ovariana é considerada uma das principais causas de infertilidade feminina.

baixa reserva ovariana

Qual a relação entre a reserva ovariana e a infertilidade?

A cada ano que passa as mulheres têm engravidado mais tarde. Atualmente, a média de idade da primeira gravidez ultrapassa os trinta anos e tende a aumentar cada vez mais. Esse adiamento tem diversos motivos, contudo um dos principais é o fato de que as mulheres passaram a adiar a maternidade visando realizar-se profissionalmente antes de conceber uma família. Nesses casos, para uma gestação ser bem-sucedida, pode ser indicado um tratamento de reprodução humana, como a fertilização in vitro, por exemplo.

Quais os tratamentos de reprodução humana indicados para baixa reserva ovariana?

Ao decidir engravidar e ser diagnosticada com baixa reserva ovariana, o casal é normalmente orientado pelo médico especialista em reprodução humana que acompanha o caso a optar por um tratamento de reprodução assistida. Dentre as opções sugeridas alguns se destacam, como:

  • Mini-FIV: Um tratamento muito indicado para mulheres que apresentam baixa reserva ovariana, mas que, mesmo assim, desejam e têm condições de engravidar utilizando seus próprios óvulos. A Mini-FIV trata-se de um procedimento bastante semelhante à FIV (Fertilização in Vitro), mas com o objetivo de estimular a produção de poucos óvulos com mais qualidade do que de grande quantidade, como acontece na FIV. Essa técnica é muito bem aceita, pois não apresenta os efeitos da hiperestimulação ovariana, além de ser mais acessível.
     
  • Doação de óvulos: Um procedimento cada vez mais comum entre as famílias que se submetem a um tratamento de reprodução assistida, a doação de óvulos é um tratamento em que uma mulher doadora anônima oferece seus óvulos ao casal, por meio da clínica de reprodução humana que está intermediando o tratamento. Esse óvulo doado é fecundado em laboratório pelo espermatozoide do parceiro da receptora e, após gerar embriões, transferido para o útero da futura mamãe.

Para cada caso o especialista em reprodução humana poderá indicar um dos tratamentos citados ou, até mesmo, alguma outra técnica diferenciada, portanto toda situação deve ser analisada de maneira individual e especial.






Redes Sociais

Confira as novidades da Mater Prime nas nossas redes sociais e compartilhe com seus amigos.


© 2015 - Desenvolvido por WSI